Bem vindo(a)!

Quem somos:
Um grupo formado por pessoas abertas e liberais (maiores de 18 anos) que curtem Relacionamento aberto - que é uma relação afetiva em que os parceiros envolvidos concordam com uma forma de não-monogamia, de modo que relações afetivas/sexuais com terceiros possam não ser consideradas traição ou infidelidade.
Em nosso blog você pode ver algumas postagens e contos de fatos que acontecem com nossos membros! Clique aqui e veja esse relato de uma casada que pagou boquete dentro do ônibus da viação resendense...
Missão:
Reunir pessoas de todos os Estados do Brasil que curtem relacionamento aberto. Promover encontros (excursões), manter um grupo de whatsapp por Estado (para facilitar os encontros), oferecer segurança e confiabilidade. Veja mais clicando aqui.

domingo, 7 de abril de 2019

Marido X Cunhado - Uma única mulher para dois homens!

Olá meu nome é Maria, encontrei o blog Lista Liberal nas buscas do google e isso me ajudou a lhes contar a minha história... 

Me casei com o Jorge apaixonadíssima. Nossa vida era boa, a única coisa que me incomodava era o seu ciúme. Nunca pude vestir uma bermuda ou qualquer roupa mais justa sem que ele dissesse que eu estava a fim de aparecer para outros homens ou de olho em alguém. Ninguém podia pronunciar o nome de qualquer ex-namorado meu que já era motivo para brigas. Quando falava em ter um filho, ele se irritava. Queria que meu corpo continuasse violão e achava que um bebê iria estragá-lo.

Eu ia levando a vida apesar desse ciúme exagerado, mas tudo mudou no terceiro ano de casados. Martin, um irmão do Jorge que morava com a mãe, na Argentina, desde os 8 anos de idade, foi morar conosco. Ele era músico, tocava e cantava na noite e queria fazer fortuna no Brasil. Moreno, alto, de cabelos negros e olhar atraente, Martin falava apenas o necessário no princípio. Era muito calado. Ele e Jorge se davam muito bem. Por várias vezes o Martin assistiu nossas brigas e viu as cenas de ciúme do irmão, mas não se intrometeu. 

Numa manhã de sol intenso, desci cedo para comprar pão e jornais. Jorge estava dormindo e Martin ainda roncava no sofá-cama da sala. Quando abri a porta da cozinha, ao voltar, dei de cara com Jorge, de pé, próximo à pia.



Ele me olhou de cima a baixo. Eu estava com uma bermuda verde apertada, blusa decotada floral, cabelos soltos e sandálias. Jorge balançou a cabeça em sinal de reprovação:
- "Maria, você não tem jeito, né? Por que desceu com esse projeto de roupa? Tá afim de aparecer, é? Já disse que dentro de casa tudo bem, porque o Martin é meu irmão e nele eu confio, mas na rua?" 

Pedi para ele não brigar comigo, mas não houve jeito. Jorge me xingou com palavras impublicáveis. Me irritei muito e acabei falando que ele era um psicótico, um louco. Se soubesse de sua reação, teria ficado calada... 

Depois de me xingar, Jorge começou a me bater. Senti um golpe seco esquentando meu rosto e a maior humilhação do mundo. Ao ouvir meus gritos, Martin apareceu na cozinha. Minha boca sangrava quando ele finalmente conseguiu afastar Jorge de mim. Martin tentou amenizar a situação. 
- "Jorge, não faça isso mano!", dizia. 

Corri para o quarto assim que consegui me desvencilhar. Fiquei lá trancada, chorando. 

Horas mais tarde, meu marido, já mais calmo, quis conversar. Bateu na porta e pediu que abrisse. Achei que ele tinha se arrependido, que talvez quisesse pedir perdão. Abri sem olhar para sua cara e sentei na cama, esperando uma explicação para tanta violência. 
- "Maria, isso foi só para você sentir que estou zangado. Não quero te machucar de novo, certo? Então, é só andar como uma mulher decente e não como uma vadia. Se te pegar de novo saindo daquele jeito, vou te machucar muito", avisou. 

Nem respondi. Estava morrendo de medo. Jorge se aproximou, acariciou meus cabelos, beijou meu pescoço, meu rosto. Senti repulsa, repugnância. "Nojento, nojento", pensava. 

Desde que meu cunhado veio morar conosco, Jorge estava violento demais. Tudo era motivo para me maltratar: um bife mal passado, um bife passado demais... 

Certo dia, Jorge teve que viajar a trabalho. Como ficaria três dias fora de casa, aproveitei para visitar meus pais. Quando voltei, ele já havia chegado. Martin explicou que eu estava com meus pais, mas Jorge não ficou satisfeito. Ao entrar em casa, fui novamente xingada e espancada. Martin tinha ido fazer umas compras e não tive quem me ajudasse. Jorge, feito louco, me acusava de estar com outro e, por mais que negasse, ele, possesso de ciúme e ódio, continuava me machucando. 

Depois disso, perdi toda vontade de sair. Nem queria por o pé na rua. Sempre que precisava algo, pedia ao Martin. Jorge parecia satisfeito, já que desse modo ninguém olharia para mim. 

Tentava até evitar Martin, por medo do meu marido, mas essa tarefa ficava cada dia mais difícil. Meu cunhado era um homem bonito, de olhar arisco e jeito de amante latino. Comecei a sentir que mexia comigo. Mas, cada vez que me pegava pensando nele, dizia a mim mesma: "Ele se parece com Jorge, por isso o acho bonito." 

A verdade é que estava ferida por dentro e por fora e já não sentia mais amor por Jorge. Ele me maltratava demais. Martin era muito divertido, carinhoso e eu estava me apaixonando. Mas aquilo era um perigo, além de ser imoral. Não podia aceitar tal situação!  

Certa manhã, Martin voltou da noite carregando uma guitarra e um violão. 

Pedi que ele tocasse uma música brasileira pra mim. Ele escolheu a canção de João Paulo e Daniel, Estou Apaixonado. Entendi o recado e senti uma mistura estranha dentro de mim. Por um lado, era toda alegria, emoção. Por outro, me senti leviana, suja, pensei que talvez merecesse as surras que Jorge me dava. Fiquei o tempo todo de cabeça baixa, sem conseguir encarar aqueles olhos negros, apaixonantes. 

Martin tocou aquela música várias vezes. Em algumas ocasiões, pensava que ele tinha lido a paixão nos meus olhos e estava me acusando. Outras vezes, sentia que estava me provocando, me tentando. Não sabia o que pensar. Jorge confiava plenamente em Martin. Ele até lhe pedia que me vigiasse, que não me deixasse sair. Jorge estava certo de que eu estava resguardada, que não saía de casa para nada. 

Em meio a toda essa confusão, minha única alegria era ver e ouvir Martin tocar, cantar. Sua simples existência me encantava. Estava totalmente apaixonada por ele e percebi que minha única saída era pedir a separação. Ia dizer ao Jorge que não agüentava mais viver presa. Tentei conversar, mas não consegui terminar a frase "Quero pedir o divórcio". Ele me empurrou contra a parede e me esbofeteou. 

Naquele momento, Martin o repreendeu. Jorge foi para a rua e trancou a porta. 

Enquanto eu chorava, Martin, sem se preocupar com o que pudesse acontecer, me abraçou e protegeu. Ele me acariciou de mansinho, me beijou a testa e as mãos. Expliquei o porquê da briga e Martin não concordou com o divórcio, disse que Jorge me amava muito. 

Depois desse episódio, tudo voltou ao normal. 

Era como se nada tivesse acontecido para Jorge. 

Ele usava, abusava de mim e dizia que me amava. Numa noite chuvosa, ele saiu para trabalhar. Jorge só voltaria no dia seguinte, no fim da tarde. Depois que Jorge saiu, Martin, que estava gripado, ficou com febre. Cuidei dele com remédios e chá. Fiquei bem perto, lhe dando carinho e atenção. Aquilo foi uma tentação. Acabei perdendo a cabeça e me declarei a ele! O tesão que Martin sentia por mim era evidente, eu já o havia notado, pela forma que me olhava quando Jorge não estava em casa. 

Comecei batendo uma punheta nele, e Martin me possuiu sem a menor resistência ou pudor.



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Quando Jorge voltou para casa, Martin não conseguia ser natural, estava tenso e logo passou a dormir no local onde trabalhava. Eles quase não se viam, porque Martin trabalhava à noite e dormia durante o dia. Os dois irmãos combinaram de se encontrar pelo menos uma vez por semana. Nesses dias de visita, meu cunhado chegava mais cedo para ficar comigo. Meu marido nem desconfiava. 


Uma amiga me repreendeu e disse que eu precisava ser honesta e me decidir por um dos dois. Mas não dava para eu largar o Jorge. Ele me mataria se pedisse a separação. 

Dias e dias se passaram até que Martin arranjou uma namorada firme e foi morar na casa dele. A notícia caiu feito bomba para mim. Fiquei louca de ciúme e briguei a valer com ele. Não conseguia pensar em mais nada, só na traição. Resolvi contar tudo para o meu marido. Afinal, se ele me matasse, pelo menos não sofreria mais por saber que Martin tinha abusado do meu amor e agora estava com outra. Tomei toda a coragem do mundo e chamei Jorge para uma conversa séria. 

Com muita calma, disse ao meu marido que o traía com Martin e que gostava de transar com ele. Jorge riu com ar cínico. Ele falou que sabia de tudo desde o princípio! Disse também que deixou o caso continuar porque, pelo menos, não era com um homem estranho. Nesse momento, ele se aproximou, segurou meu braço e confessou que sentia ainda mas atração por mim por saber que eu era capaz de traí-lo. 

Por mais estranho que pareça, naquela hora nos entregamos a uma ardente paixão e começamos uma verdadeira segunda lua-de-mel. Meu marido passou a confiar em mim e sempre repetia que se eu fosse mesmo vadia não teria contado a verdade. Na verdade, ser traído era uma tara inconfessável que agora ele não tinha mais por que esconder.


Ainda hoje dou minhas escapadinhas com meu cunhado, que não sabe que Jorge descobriu tudo. Martin pensa diferente do irmão e não aceitaria o triângulo. Ele diz me amar, mas mora com Fátima, uma garota que também canta na noite. 
E sem me deixar escapatória me empurrou em direção ao quarto com certa violência. Entramos e ele fechou a porta e segurou no meu braço e fez com que eu me deitasse na cama.

Em instantes caiu de boca na minha xoxota, ainda não tinha tirado sua bermuda, me chupou como se estivesse saboreando uma fruta madura. Sua boca suave me tirou suspiros e gemidos, senti prazer com ele naqueles momentos e sentia sensações que eu jamais soube que seria capaz. Tive orgasmo múltiplos,foi delicioso gozar duas vezes seguidas em seus lábios,que me despertou para prazeres que jamais soube que tinha a capacidade de obter. Foi um maravilhoso gozo.
-Quando eu já estava mole de tanto gozar meu cunhado falou...
-Sabia que minha cunhada era uma puta em potencial.
- Delicia três gozadas seguidas isto sim que é saber foder gostoso.

E sem dizer mais nada falou fica de quatro minha puta safada quero comer teu rabo gostoso o tempo é curto depois como esta xoxota gostosa com tempo quero ver quantas gozada tu dá no meu cacete, eu percebi em sua voz como ele estava me tratando de uma forma diferente, mais delicado, mais calmo.

Fiquei de quatro, ele abriu a bermuda abaixou-se atrás de mim me lambeu e chupou meu rabo, deixando todo lambuzado com sua saliva até se esquivar e ficar apoiado em meus quadris.
-Delicia de fêmea, queria era-te foder toda agora, mas o tempo é curto vou só comer estas pregas gostosa depois te levo em um motel para aproveitar cada minuto com você.
-Eu quieto, mas sentia o cacete encostado na minha bunda latejar...

No fundo, nos três somos felizes desse jeito louco. Alguém entende a humanidade?

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O Desemprego com as crises de corrupção nacional estão abrindo novas opções para mulheres casadas, noivas, solteiras e viúvas para sobreviverem no Brasil

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sábado, 6 de abril de 2019

Como é esse negócio de relacionamento aberto?

Relacionamento aberto é a relação afetiva em que os parceiros envolvidos concordam com uma forma de não-monogamia, de modo que relações afetivas/sexuais com terceiros possam não ser consideradas traição ou infidelidade. Isso significa que eles concordam que uma relação íntima ou romântica com terceiros é aceito, permitido ou tolerado.
O conceito tem sido reconhecido desde a década de 1970.
É defendido por seus adeptos como uma alternativa ao modelo monogâmico tradicional, alternativa preocupada com os efeitos do tolhimento do desejo no indivíduo e no casal. Ainda segundo seus defensores, o uso do termo para referir-se ao ficar é inapropriado por este último ter por essência a ausência de compromissos, o que não acontece nos casamentos abertos e namoros abertos.
Sartre e Simone de Beauvoir são a mais conhecida referência neste tema. Com seu relacionamento iniciado nos idos dos anos 20 (mais precisamente em 1929), início marcado por conhecida frase de Sartre: "entre nós, trata-se de um amor necessário: convém que conheçamos também amores contingentes" (inspirada na concepção filosófica de verdade necessária e verdade contingente), tornou-se quinquagintária, findando apenas com a morte de Sartre, em 1980.

Tipos de relacionamentos abertos
Existem vários estilos diferentes de relacionamentos abertos. Estes incluem:
  • Relações com múltiplos parceiros, quando um relacionamento sexual não ocorre entre todas as partes envolvidas.
  • Relacionamentos híbridos, quando um parceiro não é monogâmico e o outro é.

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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Ser um(a) Sugar Baby

Ser 'sugar baby' é prostituição?

Há uma polêmica sobre se a prática pode ou não ser equiparada à prostituição. Algumas sugar babies fazem sexo como parte do acordo, mas outros serviços são oferecidos, como fazer companhia aos interessados.
Penny já ouviu histórias de sugar daddies que ajudaram outras estudantes com seus estudos. "Uma delas disse que ele pagou sua matrícula", explica.
O mais recente sugar daddy de Penny pagou pelo primeiro encontro em drogas: "Ele me deu 80 libras em cocaína".
Mas os presentes podem ser de vários tipos. Se, por um lado, há quem leve sua sugar baby para jantar em restaurantes caros ou pague uma mesada, por outro, há sugar babies que dizem que isso está longe da realidade e que alguns homens às vezes somem do mapa quando elas deixam claro que não estão dispostas a transar com eles.
"Prefiro ter um encontro e sair para comer do que apenas ir para um hotel para fazer sexo com eles. Não gosto disso, porque é como se prostituir", diz Penny.
Ela está, no entanto, considerando fazer sexo com seu mais novo sugar daddy. Eles vêm conversando há meses, mas ela só se encontrou com ele uma vez até agora.
Ela decidiu que vai passar a noite com ele no próximo encontro e, ainda que esteja na expectativa por isso, confessa que está um pouco nervosa. Como ele ainda é basicamente um estranho para ela, não é difícil ver como ela pode ficar vulnerável em uma situação assim.
"Normalmente, bebo antes de um encontro, para acalmar a cabeça. Isso me ajuda", afirma.

Quando ela está a caminho de um encontro, a ficha costuma cair. "Olho pela janela [do trem] e tento não pensar sobre isso. Quando finalmente o vejo, eu penso 'é, realmente estamos fazendo isso'."

Atividade pode ser arriscada

Não há pesquisas sobre os riscos de ser uma sugar baby. Mas um estudo com profissionais do sexo do Reino Unido aponta que quase metade é vítima de crimes durante o trabalho. Então, há um claro sinal de que oferecer sexo em troca de presentes pode ser perigoso.
Ainda assim, não há leis sobre esse tipo de atividade. Quando sexo é oferecido em troca de algum pagamento, isso estaria teoricamente sob a alçada de leis de prostituição e, portanto, seria uma atividade legal na Inglaterra, na Escócia e no País de Gales. Sites para estes relacionamentos não oferecem meios de pagamento, o que significa que eles não podem ser considerados bordéis virtuais.
O foco de Penny está no dinheiro que ganha como sugar baby, que pode chegar (segundo um destes sites) a 2.730 libras (cerca de R$ 13 mil) por mês, mas ela ignora o possível impacto que isso pode ter sobre sua saúde mental.
"Não sei o que estou fazendo com a minha vida. Tenho crises, mas sei que [se eu fizer isso] minha dívida com o empréstimo estudantil não vai crescer ainda mais."
Mesmo que o mercado de empregos esteja melhorando, Penny não tem muita esperança para seu futuro. Ela espera ser uma sugar baby mesmo depois de concluir a universidade.
"Duvido que consiga um bom emprego em que eu seja bem paga, então, vou simplesmente continuar a fazer isso."
*O nome da entrevistada foi alterado.
Fonte: G1.com

Sou uma sugar baby, em busca de um sugar daddy! Clique aqui para me conhecer!

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Claudia de Marchi, 34, decidiu se tornar acompanhante de luxo há um ano. Em fevereiro de 2016, depois de se decepcionar com a carreira de advogada e professora universitária e, principalmente, decidir não mais se relacionar emocionalmente com homens, a gaúcha que morava em Sorriso (395km de Cuiabá) se mudou para Brasília. Hoje, ela conta que sua qualidade de vida melhorou 100%, e que chega a ganhar R$30 mil por mês na nova profissão.

Foram onze anos de advocacia, uma pós-graduação em Direito Constitucional e alguns meses dando aula em uma instituição de educação superior até o momento em que Claudia disse ‘chega’.
“O judiciário e a justiça me frustraram. E fui demitida sem justa causa da Universidade no início de um semestre letivo. Fevereiro de 2016”, lembra. “Somando-se isso o fato de eu gostar muito de sexo e não suportar o comodismo e egoísmo masculino, resolvi mudar”. Para se manter distante destes defeitos masculinos, ela passou a encarar os homens somente na cama. “Gozo, recebo e deu!”.  Leia mais aqui

quarta-feira, 27 de março de 2019

Casadas estão fazendo stripper Virtual e ganhando uma boa renda mensal!

Por ganho extra, donas de casa viram strippers virtuais

Escondida do marido, paulista ganha R$ 5 mil com show erótico via web cam
Sem mostrarem rosto, elas contam ao G1 trabalhos com webcam e laptop

Para assistir a dez minutos de show erótico, por exemplo, o cliente precisa depositar até R$ 25 na conta bancária da dona de casa. Depois disso, basta ligar o computador, acessar a internet, adicionar o endereço eletrônico da “artista” e interagir ao vivo pelo microfone e teclado.
Mas nem tudo que eles pedem é aceito por essas mulheres. Mostrar o rosto ou revelar o nome está fora de cogitação para elas. Anonimato é o segredo do negócio para a dona de casa paulista de 42 anos que há quatro adotou o apelido de ‘Bruna Sexy’. Católica, com diploma universitário, casada, com um filho de 17 anos, ela contou ao G1, pelo MSN e por telefone, que os dois não sabem o que ela faz enquanto estão fora trabalhando e estudando.
“Não vejo necessidade de dizer ao meu marido e ao meu filho que faço shows eróticos na internet. Acho que eles não iriam gostar”, escreveu ‘Bruna Sexy’ enquanto teclava sozinha, na comodidade de seu lar, na Zona Sul de São Paulo. “Não acho que o que faço seja traição. É uma fantasia sexual de alguém querer ver uma mulher casada nua, como um filme erótico ou uma Playboy. Quem fica pelada está traindo? Quem lê a revista trai? Não, né?!”
Como ‘Bruna Sexy’, ela relata que alcança uma renda mensal de até R$ 5 mil, sem sair de casa ou manter relações sexuais, apenas com a comercialização dos vídeos e artigos com sua marca. “Também vendo as calcinhas que uso nas apresentações. Elas vão com o meu cheirinho”, contou ela, que trabalha das 8h às 17h, de segunda a sexta.
Ex-vendedora de artesanato, ‘Bruna Sexy’ mergulhou de cabeça no mundo das strippers virtuais após se ver endividada e sem um tostão para custear o tratamento do pai. “Depois de cuidar do meu pai, vi que precisava ganhar dinheiro. Sempre gostei de sites de relacionamentos, de sexo e de me exibir na web, me insinuando, brincando. Então pensei por que não começar a cobrar por algo que eu gostava de fazer de graça?”, escreveu. "Quando comecei a cobrar, descobri que os homens adoram meu bumbum. É a primeira coisa que pedem para ver."
Quem quiser ver mais da loira, de 1,60 metro e 50 kg, mantidos a custo de muita malhação, pode acessar o site e o blog que ela criou para administrar seu serviço, agendar e divulgar seus shows em sites de sexo ou pelo whatsapp. Morando em Moema, um dos bairros nobres da capital paulista, ‘Bruna Sexy’ informa que tem uma vida confortável agora.
Indagada até quando pretende continuar a trabalhar como stripper virtual, ela respondeu: “Até ficar velhinhaaaa. Tem clientes para todas as idades".
Colegial e chapeuzinho vermelho
Geralmente, quem paga pelos serviços das strippers virtuais são homens casados, na faixa dos 30 anos, que têm fetiche pelas fantasias (colegial e chapeuzinho vermelho são as mais pedidas) e brinquedos (vibradores, chicotes etc) que elas usam para diverti-los na web. Eles também não resistem à tentação de se mostrar nas câmeras para essas donas de casa. O que para as profissionais é uma garantia de conferir se a outra pessoa é mesmo adulta e não um garoto babão.
Para se tornar 'Lili Webgata' e também tirar a roupa por dinheiro, a morena de 30 anos, de família evangélica, segundo grau completo, com 1,70m e cintura “pilão” foi obrigada a pôr fim ao casamento de oito anos. Há três anos, ela realiza a fantasia sexual dos ávidos internautas também de sua casa, na região metropolitana de Vitória, no Espírito Santo, sempre das 23h até as 2h.
“Já entrava em sites de relacionamentos escondida do meu marido na época. Eu só não contava nada para ele. Já me exibi tanto de graça. Sim! Eu fazia isso. Por quê não fazer sendo paga? E tem o lado mulher, né? Queria ver até que ponto conseguia ir, se realmente os homens e mulheres pagariam para me ver. Achava que aquilo era loucura e não ia dar em nada, mas porque não experimentar?”, contou ‘Lili Webgata’ ao G1.

Ela diz que acumulou "muito dinheiro" desde que começou os shows eróticos. “Me tornei empresária e comprei uma loja de roupas”, disse ‘Lili Webgata’, que chegou a fazer shows mais picantes, com hora marcada, ao lado de um namorado “desencanado” que teve. “Um cliente muito especial topou e convidei essa pessoa que estava namorando comigo naquele momento.”
Apesar disso, a mascarada ‘Lili Webgata’ falou que prefere ficar solteira atualmente. “É difícil namorar ou ser casada e esconder de alguém que você faz shows assim. Apesar de não ter envolvimento físico, sempre rola um envolvimento virtual, um namoro sem contato, uma paquera.”
Para ter ‘Lili Webgata’ por 30 minutos na webcam, o cliente precisa desembolsar R$ 70. Adepta de clubes de swingers e musculação, ela conta que nunca aceitou fazer programas. “Não me sentiria bem”, disse.
Ela prefere continuar no imaginário de seus fãs. “Eles me elogiam, sonham comigo. Vou fazer shows enquanto estiver me divertindo. Ultimamente é mais por diversão”, afirmou a stripper virtual, que agora está dando lugar à empresária. “Apesar disso, invisto em tecnologia para tirar a roupa. Recentemente comprei uma webcam em 3D para me verem em três dimensões.”
Questionada se aceitaria um namorado ou marido ganhar dinheiro tirando a roupa como ela faz pelo MSN, ‘Lili Webgata’ respondeu: “Aí você me pegou”.
Durante a semana, o G1 também localizou outra mulher casada que aproveita a ausência do marido para se tornar stripper virtual, mas ela se recusou a dar entrevista ou ceder suas imagens por medo de ser descoberta. (transcrito do G1.com.br)
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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Cuidados com o pênis


O órgão sexual masculino é externo e, por isso, muitos e muitos homens acabam deixando a higiene um pouco de lado, afinal, eles não estão vendo muita sujeira ali, então pra quê limpar tantas vezes?



Olha, é lógico, você não precisa limpar o pênis de hora em hora, como se fosse o resultado do sorteio da Tele Sena, mas antes de transar é essencial pelo menos passar uma água com sabão ou um lenço umedecido. 


Você pode achar que ele não está cheirando mal ou só está exalando um feromônio que atraia as fêmeas mas, acredite, elas vão ficar com o nariz bem perto. Se você quer que uma mulher coloque a boca lá, é melhor que ele esteja cheiroso (ou com cheiro neutro pelo menos), sem qualquer tipo de composto estranho na borda, ou aquele aspecto nojento de quem mijou, só chacoalhou o amigo e partiu para o abraço. 

Ficou com nojo só de ler?
Imagina para quem vai colocar ele na boca e ainda fazer cara de quem gostou?
**Quantidade de pelos**
Não é preciso arrancar tudo fora. Na verdade, a maioria das mulheres não se importa – mesmo – com pelos pubianos. O problema é manter pelos em excesso por ali. Não é másculo, não é determinação de sexualidade e nem virilidade. Elas acham bem desagradável transar com alguém que não apare um pouquinho os pelos daquela região. Eles não entram só na boca como, nos dias seguintes, continuam aparecendo em várias outras partes do nosso corpo. Além disso, quanto mais pelo, maior a probabilidade de aromas estranhos e área com má higienização.

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Chegou ao brasil as salas de #StripGirl
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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Gosto de exibir minha esposa

Tenho 40 anos e minha mulher 34. Somos casados há 15 anos e temos um filho. Sempre senti o maior tesão em exibir a minha esposa. Ela tem lindos seios (veja na foto) um corpaço, pernas roliças e uma bunda de fazer inveja.

Adoro quando ela põe uma roupa mais provocativa e percebo que os homens ficam olhando a desejando. Isso me deixa louco de tesão.

Quando lançaram as câmera digitais comecei a tirar fotos dela nua ou de lingerie, e aí não aguentei a tentação e postei algumas na net.

Quando ela descobriu ficou brava mas depois acabou cedendo e liberando. As fotos fazem o maior sucesso e recebemos muitas propostas indecentes, e isso apimenta a nossa relação e transo com mais tesão ainda lembrando das fotos e dos elogios. 

Nunca pensei em fazer swing, meu fetiche é só com o exibicionismo mesmo, só que eu adoraria transar com ela com alguém assistindo pela webcam, mas isso ela não topa. Não insisti, mas será que devo? Até conheci um profissional pela internet que está trazendo para o Brasil uma rede social para maiores em que poderemos ao vivo nos exibir para quem quiser. E ainda ganharemos gorjetas (dinheiro) para isso. 

Pedi a ele que criasse nosso perfil, pagaremos 50,00 mensais! E logo poderão conferir nosso perfil e nossa sala de exibição! 

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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

masturbar


A masturbação



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Há muitos séculos se debate a respeito dos aspectos positivos e negativos da masturbação. Muitas religiões a consideraram pecaminosa e existem muitos mitos sobre a masturbação ser uma coisa suja, ou de que se deveria ter vergonha. Porém, de fato, a masturbação é a nossa sexualidade original. Ela é uma das primeiras formas pelas quais as crianças aprendem a vivenciar prazer físico. Dizem a elas que masturbar-se é errado e pouco saudável, através de histórias tolas sobre como a masturbação causa cegueira ou faz a palma da mão ficar peluda, mas quando deixadas a sós, as crianças se masturbam com ânimo. As crianças geralmente param de se masturbar porque os adultos as fazem sentir vergonha disso.
A verdade é que a masturbação é uma atividade segura e saudável. Pessoas de todas as idades a praticam. Homens a praticam, mulheres também. Pessoas solteiras e pessoas que estão em um relacionamento a praticam. Algumas pessoas a praticam algumas vezes ao dia, outras algumas vezes ao ano. Realmente, um estudo recente mostrou que até 95% dos homens e 89% das mulheres disseram já ter se masturbado.

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Aspectos saudáveis da masturbação
Existem inúmeros benefícios para a saúde ligados à masturbação, incluindo: sensação de bem estar, aperfeiçoamento físico e emocional da experiência sexual, aumento da capacidade de atingir o orgasmo, aprimoramento da relação em um namoro estável ou da satisfação sexual em relacionamentos casuais, melhora do sono, estresse reduzido, liberação da tensão sexual etc. Outro estudo recente chega a sugerir que homens têm um risco reduzido de desenvolver câncer de próstata através da masturbação regular.

Considerados todos os benefícios, por que não há mais pessoas se masturbando regularmente? 
Ora, como foi dito acima, os tabus sociais e a vergonha que provocam são parte do problema. Para as mulheres, pode haver inclusive outra razão; basicamente, a masturbação feminina envolve um desafio logístico maior que a masculina, e alcançar a excitação leva mais tempo para mulheres do que para homens. Além disso, encontrar tempo isolado suficiente para alcançar a excitação ou o orgasmo pode ser mais difícil para as mulheres.


Diferentes maneiras de se masturbar
Talvez você já tenha ouvido o termo “controle do orgasmo”. Trata-se de uma masturbação que chega muito próxima ao orgasmo, a seguir interrompida por instantes até que a excitação diminua, sendo a seguir retomada. Pode-se repetir esse ciclo muitas vezes. Esse acúmulo entre parar e continuar pode levar a orgasmos mais potentes que a masturbação rápida tradicional.
A masturbação mútua envolve duas ou mais pessoas que se estimulam sexualmente umas às outras, normalmente com as mãos. Ela pode ser usada como preliminar, ou como uma alternativa à penetração sexual. A masturbação mútua permite que um casal revele o “mapa dos seus centros de prazer”. Ao olhar um parceiro se masturbando, aprendem-se os métodos que ele ou ela usa para sentir prazer, permitindo que cada parceiro descubra exatamente como o outro gosta de ser tocado. 


A masturbação mútua permite ao casal se curtir e obter descarga sexual com a frequência de que necessitem, caso estejam em locais inapropriados para a penetração. Então chame a sua namorada ou uma acompanhante e se explorem um ao outro, porque quando se aprende como a garota se masturba, será muito mais fácil satisfazê-la, e vice-versa.
Fonte: McClass


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